BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, SAO LUIZ (PAMPULHA), Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Moda, Ética, Design de Produto, Raiz da Terra
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    One, two, three...!

    Aguadas: Gala House: http://www.galahouse.com/images.html 

    Fetiche: Sabrina Goh: http://www.sabrinagoh.com/

    Arte: Guerra de La Paz: http://www.guerradelapaz.com/ 



    Escrito por Lu Duarte às 18h17
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    Lifegate + eco jeans

    Ótimo portal italiano da cultura ecológica! Sorte

    LifeGate: http://www.lifegate.it/

    E fazem uns ecojeans intitulados pioneiros da Europa. Por outro lado, dias atrás, li num livro da Disal, acho que se chamava Easy Way Fashion, num glossário de tecidos ao final, informando que os primeiros Jeans Orgânicos foram desenvolvidos pela Levi's. Mas é a Tavex mesmo que fornece pra eles? Em dúvida No caso da LifeGate é aquele grande fornecedor turco... Enfim, sei lá quem veio primeiro.

    LifeGate ecojeans: http://servizi.lifegate.it/jeans/filosofia/filosofia.asp 



    Escrito por Lu Duarte às 11h47
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    Diário de bordo

    Postando durante a breve pausa do café... Doente

    Oooooooooooo meu Pai do Céu.............!!!!!! Eu não sabia que um jeans tinha tanto detalhe!!!!!!!! Tonto Como dizia a "grande filósofa" carioca, Narcisa Tamborindeguy: "Ai, que loucura!" ehueheuhe Rindo a toa

    Enquanto os calçados ecológicos ficaram ótimos de cara (porque tive tempo pra fazer um bom projeto do começo ao fim) e todo mundo gostou (os chefes, os lojistas, os designers, os amigos, o namorado, os modelistas, todos...), estou penando demais com os jeans!!!!!!!!

    Nossa... Estou aprendendo tudo na raça! Botar as medidas, tamanhos das linhas, altura das peças, travetes, número de botões...

    E um jeans ecológico tem que ser transgressor (porque ele já é muito chato sendo ecologicamente correto, e um jeans não nasce pra ser chato, mas o contrário). Bem, ou seja, lavagens. Sim, lavar, estonar, rasgar, lixar, amassar, puir.... E que sei eu de lavagens? Quase nada.

    Num momento desses, a gente tem que ter uma segurança muito grande da própria ignorância. E está todo mundo me ajudando aqui: a vendedora, a chefe de produção, o dono da facção dos jeans... Assumi a falta de conhecimento e inventei uma equipe. Agora vamos ver o que conseguimos criar juntos... With a little help from my friends... Bem humorado



    Escrito por Lu Duarte às 16h36
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    70 sites de marcas verdes infantis tops!



    Escrito por Lu Duarte às 14h57
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    Escrito por Lu Duarte às 14h56
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    Escrito por Lu Duarte às 14h56
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    Escrito por Lu Duarte às 14h55
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    Eco fornecimento

    Alguns fornecedores brasileiros de tecidos ecológicos! Bem humorado



    Escrito por Lu Duarte às 17h50
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    Eberle: metal X madeira, coco, fibra de etc.

    A Eberle tem vários botões e afins de madeira, coco, etc - mas tudo ainda com a cara de eco ugly. Fora que esses aviamentos de madeira & cia. não duram muito, isto é, são pouco resistentes às lavagens na máquina, às secagens ao sol, ao desgaste do dia a dia.

    Um aviamento de metal é, portanto, mais sustentável que um de madeira, coco e fibra de sei lá o quê. O metal dura mais. Jóia

    A Eberle lançou uns de metal, com forma de folhas, que remetem a essa onda da sustentabilidade. Melhores (mais bonitos e duráveis) que os ecologicamente corretos.

    FOLHAS   
    Numa referência à natureza, os botões metálicos são em formato de folhas. O modelo ainda conta com o formato pingente que pode ser utilizado como puxador de zíper.

     

     

     

     

     

     

     

    Fonte: http://www.mundial.ind.br/por/releases.asp?#438



    Escrito por Lu Duarte às 17h47
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    Audaces

    Hoje, eu conheci o famoso Audaces. Ponto.

    Fiz curso do SolidWorks e arranho o AutoCad, mas nenhum dos dois me motivava a desvendar possibilidades nos programas... Já o Audaces... Estou tão curiosa!!! Alegre

    Já dizia Scarlett O'Hara, em "O Vento levou": "Jamais passarei fome novamente!" Bobo Vou aprender sozinha e por gosto esse programa!!! Bem humorado 

    Audaces: http://www.audaces.com/novo/pt/home/ 



    Escrito por Lu Duarte às 17h45
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    Filosofia de moda

    É de chorar de felicidade Muito feliz: o livro "Fashion - a Philosophy", do Lars Svendsen, disponível em:

    http://books.google.com.br/books?id=hbc52wlkFXcC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0



    Escrito por Lu Duarte às 17h39
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    02-06-2009Economia

    Produção de algodão orgânico cresce no Brasil

    Pequenos produtores plantam para atender a uma incipiente indústria têxtil que vende seus produtos sob a bandeira do comércio sócio e ambientalmente responsável

    por Dubes Sônego

     

    Hoje cerca de dez empresas de pequeno e médio porte estão envolvidas com a cadeia de produção de algodão orgânico no país.

    São Paulo. A única diferença aparente está na etiqueta. Mas, todas as roupas penduradas nas araras da pequena loja da marca Éden, no badalado bairro de Vila Madalena, na capital paulista, são feitas a partir de produtos orgânicos. Nem mesmo as cores são dadas por produtos químicos. “Os corantes naturais são conhecidos há milhares de anos; até 1860, não havia alternativa. A grande dificuldade sempre foi fixá-los. E nós desenvolvemos processos de fixação exclusivos. Temos três patentes, uma delas para índigo”, diz Jorge Yammine, sócio da YD confecções, responsável pela criação da marca, lançada no final de 2008 e prestes a ampliar sua rede, no segundo semestre, através de franquias.

    A Éden é talvez o exemplo mais bem acabado de um mercado em fase de estruturação no Brasil, mas com bom potencial de crescimento: o de têxteis orgânicos, que levantam a bandeira do sócio e ambientalmente responsável. “Há dois ou três anos, quando falávamos de roupas orgânicas, os grandes clientes simpatizavam com a ideia, mas não compravam. Hoje, há mais interesse por orgânicos do que por outros produtos. Principalmente por parte de marcas engajadas, como as de surfware”, diz Yammine, que até o lançamento da Éden produzia exclusivamente sob encomenda para outras empresas. “Por conta da crise, esperamos queda de entre 30% e 35% na produção de artigos tradicionais. Mas estamos crescendo bem em orgânicos”, afirma.

    Perspectiva semelhante de demanda tem dez pequenas indústrias têxteis da Paraíba, que se juntaram em 2000 e, em 2003, fundaram a CoopNatural [nota deste blog: A moda ética brasileira, em todos os segmentos, começa aqui: na Paraíba Alegre]. Hoje, a iniciativa reúne 30 cooperados, 23 deles micro empresas têxteis, com em média 15 funcionários cada. Com uma produção de entre 5 mil e 10 mil peças por mês, de artigos tão variados quanto moda masculina, feminina e infantil, itens de decoração e bichos de pano, a cooperativa abriu este ano suas três primeiras lojas com marca própria, pelo sistema de franquia, em São José do Rio Preto, João Pessoa e Osasco. E mantém negociações com empresários em Palmas e Campinas, para a abertura de outras duas unidades. Segundo Maysa Gadelha, diretora presidente da CoopNatural, antes da crise, a média de crescimento vinha sendo de 30%. Agora, apesar da turbulência, tem sido de 20%. “Estamos trabalhando muito mais, mas temos batido as metas”, afirmou a executiva.

    “Se você olhar as cifras internacionais de crescimento das vendas de têxteis orgânicos, os percentuais são muito altos. E o Brasil é um dos poucos países que tem todos os elos da cadeia produtiva”, disse o francês Thomas Favennec, que no final de 2008 veio morar em Petrópolis, pólo têxtil fluminense, para estruturar e tocar a filial local da Tudo Bom?, empresa francesa com identidade de marca e produção brasileiras, que assim como a YD, tem planos de produzir têxteis orgânicos também para terceiros.

    Modelo alternativo

    Atuar no mercado de têxteis orgânicos no Brasil, porém, não é das tarefas mais simples. Não existem no país plantações em escala comercial, como nos Estados Unidos, Egito, na Turquia e na Índia. “Tentamos convencer alguns agricultores. Mas os grandes produtores de algodão não acreditam no produto. E, para os plantadores de soja, a cultura é considerada pouco rentável”, disse Eber Lopes Ferreira, sócio-diretor da Coexis, consultoria especializada em estruturar toda a cadeia de fornecimento para empresas têxteis que querem produzir orgânicos e pela emissão do selo de procedência NOW (Natural Organic World). “É uma produção que, pelo menos por ora, só se viabiliza em pequenas propriedades”, afirmou. “Quase todo o processo de colheita é feito manualmente”, acrescenta Maysa, da CoopNatural.

    Por isso, além de se encarregar das atividades em que as empresas têxteis tradicionalmente se dedicam, quem quer entrar neste mercado precisa desenvolver fornecedores, contratar consultorias ou se aproximar de ONGs que mantêm projetos de desenvolvimento social através da plantação de orgânicos, como a Esplar, no Ceará, que oferece assistência técnica e organizacional a pequenos agricultores.

    A Tudo bom? por exemplo, optou por iniciar seus trabalhos com a estruturação de uma ONG, em 2004, para articular os trabalhos de apoio técnico e organizacional com grupos de produtores rurais; a compra da produção de algodão em pluma; a entrega à empresas de fiação e tecelagens terceirizadas; o corte e o envio à costureiras para a confecção de roupas e, por fim, o embarque para a França, onde as peças seriam distribuídas e comercializadas pela empresa. “Como trabalhamos dentro do conceito de ‘comércio justo’ e não há entidade jurídica que se enquadre a este modelo, abrimos uma ONG e uma empresa”, diz Favennec.

    Apesar de ainda não ser ter o selo da Associação de Certificação Instituto Biodinâmico (IBD), certificadora de orgânicos no Brasil, a Tudo Bom? já tem algo entre 50 e 70 produtores em processo de certificação, no Rio Grande do Norte e em Pernambuco, que deverão garantir o fornecimento de algodão para sustentar a meta de produzir entre 30 mil e 40 mil peças de moda masculina, feminina e bebê, este ano. “Por ora, produzimos algodão agroecológico, sem inseticidas químicos e pagando um preço justo aos agricultores. Compramos a um valor entre 150% e 200% acima do mercado, com contratos de preço e qualidade estabelecidos antes do plantio”, afirmou o francês. “Se fosse só por preço poderíamos fazer mais barato na Índia, mas produzir aqui é interessante para explorar o potencial de marca da identidade brasileira”.

    A YD também teve que desenvolver seus fornecedores. Tarefa que custou tempo e dinheiro. Segundo José Guilherme Teixeira, diretor comercial da empresa, os primeiros testes com produtos ecologicamente corretos foram feitos há seis ou sete anos e o desenvolvimento de fornecedores, há quatro. Hoje, a empresa tem até produção própria de anil no Brasil (“não havia fornecedor”), para tingir as roupas, e trabalha com 290 famílias, espalhadas pelos estados de Minas Gerais, Goiás e Paraíba, que deverão garantir entre 160 e 200 toneladas de algodão orgânico em pluma para a produção de 2009 – o suficiente para a produção de um milhão de camisetas, por exemplo. “Estamos iniciando a produção no interior de São Paulo e estudando abrir outro grupo no Ceará”, contou. Mas, afirmou, nem sempre é possível estruturar novos grupos, porque para viabilizar logisticamente os projetos é preciso reunir ao menos 20 agricultores de uma mesma localidade, com em média três hectares de área disponível para plantio cada.

    Perspectivas

    Yammine diz que seu sonho seria chegar a 100% da produção com algodão orgânico em cinco ou seis anos. Até porque, “as margens são as mesmas. A diferença está no diferencial de mercado (ter roupas ecológica e socialmente responsáveis) e na satisfação pessoal”. Mas, dentro de uma perspectiva mais realista, afirmou acreditar que pela limitação de produção de algodão, a YD conseguirá chegar a 30% ou 40%, mesmo pagando prêmios de 20% a 30% acima do valor em Bolsa pela matéria-prima orgânica. “Este ano, podemos chegar a 15% da produção total. Hoje, estamos por volta de 5%”.

    Maysa, da CoopNatural, destacou ainda como barreiras a pequena quantidade de técnicos capacitados para dar apoio a produção de algodão orgânico, uma vez que o modelo dispensa agrotóxicos para combater pragas, por exemplo. E a dificuldade de se levantar capital de giro para financiar os pequenos agricultores. “Todo o ciclo leva cerca de um ano e meio”, disse a executiva. Segundo ela, alguns bancos oficias até participam de feiras do segmento de orgânicos. “Mas nunca conseguimos financiamento”, diz.

    Produção nacional

    De acordo com estimativas da Coexis e do IBD, hoje cerca de dez empresas têxteis de pequeno e médio porte estão envolvidas com a cadeia de produção de algodão orgânico no país. Para atender à demanda dessas empresas, existem certificados cerca de 600 hectares de campos de algodão especial, que são trabalhados principalmente por produtores familiares – em muitos casos donos de pequenos lotes de assentados pelo programa governamental de reforma agrária. Outros cerca de 400 hectares estão em fase adiantada de certificação (o processo todo leva 18 meses, em média) e, segundo o IBD, mais 300 hectares deverão entrar no sistema de certificação, ainda este ano.

    Hoje, os principais estados produtores são Paraná, Paraíba e Ceará. Mas, existem áreas de plantio em São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Rio Grande do Norte.

    Apesar do crescimento significativo da produção, de cerca de 30% este ano, a área plantada de algodão orgânico ainda é uma gota no oceano da produção tradicional brasileira. Segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a safra 2008/2009 será de 1,2 milhão de toneladas, com uma área plantada superior a 800 mil hectares. Um início discreto, mas aparentemente promissor.

    Fonte: http://www.americaeconomia.com.br/280367-Producao-de-algodao-organico-cresce-no-Brasil.note.aspx 



    Escrito por Lu Duarte às 14h53
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    As cooperativas do algodão orgânico

    Cooperativas brasileiras apostam no algodão orgânico


    Justa Trama e Natural Fashion investem em formas alternativas de produção, com a ótica da preocupação ambiental

    Foto: Márcia Gouthier/ASN
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    Nelsa Nespolo e Idalina Maria Boni falam da sua experiência na Justa Trama

    Produção ambiental consciente e com a perspectiva do comércio justo. Duas experiências desse tipo relacionadas ao algodão foram apresentadas na manhã desta quarta-feira (5), em Brasília, durante o evento ‘Agronegócios & Inovação’. A programação segue até sexta-feira (7), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).

    Idalina Maria Boni e Nelsa Fabian Nespolo apresentaram ao público do evento o trabalho desenvolvido pela Justa Trama, rede formada por cooperativas de todas as regiões brasileiras. Fazem parte da Justa Trama a Univens – Cooperativa de Costureiras Unidas Venceremos, de Porto Alegre (RS); a Fio Nobre, de Santa Catarina; a Cones – Cooperativa Nova Esperança, de Nova Odessa (SP); a Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá (CE); e a Cooperativa Açaí, de Porto Velho (RO). Mais de 700 trabalhadores integram a rede.

    Idalina, de Itajaí, e Nelsa, de Porto Alegre, vêm da experiência de cooperativismo e auto-gestão em suas cidades. Elas atuam na frente da Justa Trama, uma grife que trabalha com a produção de roupas feitas com itens como algodão orgânico, tinturas naturais e sementes. “É fundamental que as pessoas consumam com consciência e que pensem nos processos que esse ato desencadeia”, diz Idalina.

    “Ao comprar uma camisa ‘normal’, a pessoa usa um produto que consumiu uma determinada quantidade de substâncias tóxicas, como tintas, e está pondo isso em contato com seu corpo”, alerta Nelsa.

    Na visão da Justa Trama, deve-se pensar, além do ambientalmente correto, no comércio justo e na possibilidade de geração de emprego e renda para quem trabalha na grife. “Um dos pontos importantes para a nossa atividade está em discutir o valor justo do trabalho e valorizar cada etapa da atividade coletiva”, defende Nelsa.

    Maysa Gadelha falou no evento sobre o trabalho realizado pela Natural Fashion, consórcio de grupo de artesãos fundado em 2000 na cidade de Campina Grande (PB). A grife paraibana, que gera 850 empregos, desenvolve roupas, acessórios, artigos de cama, mesa e banho confeccionados com algodão de colorido natural. O algodão colorido de Campina Grande deriva de melhoramento genético e apresenta cores como marrom e verde.

    O trabalho de tecelagem do algodão da Natural Fashion é feito por meio de diversas parcerias, com empresas da Paraíba, Sergipe e Pernambuco. “A Natural Fashion leva vários aspectos em consideração como o apoio ao homem do campo, o comércio justo e a valorização da cultura popular”, afirma Maysa.

    Gadelha cita a importância do apoio de entidades como o Sebrae e a Embrapa para a Natural Fashion. O trabalho da grife tem ganho impulso. O consórcio já exporta para seis países, entre eles os Estados Unidos, vende seus produtos em quase todas as capitais brasileiras e se prepara para inaugurar uma franquia de lojas sustentáveis a partir do mês de abril.

    Na abertura do evento ‘Agronegócios & Inovação’, o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, destacou a importância do agronegócio para o País e disse que é necessário mostrar o caminho da inovação para milhões de empresários brasileiros. “Inovar significa fazer uma revolução para criar grandes produtos e processos”, assinalou o presidente. “Temos que promover eventos como esse em todos os estados”, afirmou.

    Outras Informações:

    Agência Sebrae de Notícias
    Telefone:(61) 3348-7494 e 2107-9359

    Justa Trama
    Telefone:(51) 3028-2361
    Endereço eletrônico: justatrama@gmail.com

    Natural Fashion
    Endereço eletrônico: naturalfashion@naturalfashion.com.br
    Sítio: www.naturalfashion.com.br
    Fonte: http://www.rts.org.br/noticias/destaque-1/cooperativas-brasileiras-apostam-no-algodao-organico 


    Escrito por Lu Duarte às 14h33
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    a bíblia de um dos deuses da moda

    Ontem, na livraria do aeroporto da Pampulha, comprei um livro muito bom! Jóia Recomendo! Escrito por ninguém mais, ninguém menos, que Christian Dior, no auge do new look, década de 50. Várias coisas que ele escreve sobre estilo+moda permanecem atuais - atemporais.

    O Pequeno Dicionário De Moda

    Conceito do Leitor:  Seja o primeiro a opinar
    Autor: DIOR, CHRISTIAN
    Editora: MARTINS EDITORA
    Assunto: MODA


    O ano é 1954. Christian Dior revela os segredos da moda em seu livro que toda mulher deveria carregar na bolsa. Um guia que abrange o que você precisa saber para estar bem vestida, desde o que usar em um casamento até como dar um laço em uma echarpe para caminhar com elegância. Da década de 1950, 'O pequeno dicionário de moda' continua cheio de dicas para mulheres de qualquer época. De vestidos para a tarde, assim como acessórios, a viagens e tweed, as habilidades de Dior garantem que toda mulher conheça os três fundamentos da moda - simplicidade, elegância e bom gosto.
    Fonte: Livraria Cultura


    Escrito por Lu Duarte às 18h02
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    Ecobabies + slings

    Ecobebês

     

    Há um filão do mercado de produtos infantis que não para de crescer – é o dos equipamentos e acessórios ditos ecologicamente corretos. Ou que, ao menos, sinalizam um retorno à métodos e cuidados mais simples e naturais com o bebê.

     

     

    De roupinhas orgânicas a mamadeiras de vidro e fraldas de pano, esse comércio específico alavancou 25% as vendas de artigos para crianças nos Estados Unidos nos últimos quatro anos. No Brasil esse movimento já surge com força. No ano passado, o consumo de produtos “verdes” para os pequenos nos primeiros anos de vida teve crescimento de até 140%. VEJA consultou um grupo de especialistas e mães sobre a utilidade de tais objetos e as precauções que se devem ter ao usá-los:

     

     

    Roupas orgânicas

     

    O que são: peças feitas com algodão e lã puros – ou até mesmo fabricadas com fibras de bambu – cultivados sem aditivos químicos e de maneira sustentável.

     

     

    Por que fazem sucesso: ao contrário das malhas de algodão convencional, responsável por cerca de 25% do total de inseticidas utilizadas no solo mundial, as de algodão orgânico são produzidas sem o uso de agrotóxicos. Já a fibra de bambu é totalmente biodegradável e requer menos espaço de cultivo do que o algodão.

     

     

    O que diz quem usa: as peças são 30% mais caras, mas não devem nada em conforto e beleza a seus equivalentes não orgânicos

     

     

    O que dizem os especialistas: do ponto de vista do conforto, leveza, isolamento térmico e risco de alergias, não há diferença entre os materiais. Mas as roupas feitas com fibra de bambu costumam conter poliéster, que dificulta a transpiração do bebê. É preferível usa-las a partir dos seis meses, quando a criança já regula melhor a temperatura do próprio corpo.

     

     

    Fralda de pano

     

    O que é: em lugar do plástico, usam-se algodão, flanela, malha e uma camada impermeável de poliamida.

     

     

    Por que faz sucesso: é uma alternativa à fralda descartável, que leva 450 anos para de decompor, contra um ano da sua versão de pano. Apesar de custarem 90% mais do que as de plástico, as fraldas de tecido podem ser lavadas e reutilizadas até 100 vezes, o que representa economia no final das contas.

     

     

    O que diz quem usa: lavar fraldas de pano não é uma tarefa das mais fáceis. É preciso deixá-las de molho para evitar manchas. A maioria das mães não aboliu completamente as fraldas descartáveis, úteis em viagens ou nas saídas com o bebê – isso evita ter de guardar a fralda suja.

     

     

    O que dizem os especialistas: o contato com o tecido no lugar do plástico traz mais conforto ao bebê porque permite a transpiração e reduz as assaduras. Lavadas de maneira incorreta, contudo, elas podem causar alergias e infecção urinária.

     

     

    Sling

     

    O que é: é uma faixa de tecido que, ajustada ao corpo da mãe, forma uma espécie de rede para carregar bebês e acrianças de até 2 anos.

     

     

    Por que faz sucesso: como os bebês ficam coladinhos à mãe, atribui-se ao sling o fortalecimento entre ela e o filho. Ele teria ainda um efeito calmante sobre os bebês mais chorões.

     

     

    O que diz quem usa: é prático e confortável nos primeiros meses do bebê. Quando ele fica maiorzinho, por volta dos 10 meses, é preferível usar o canguru, que deixa os braços e pernas livres.

     

     

    O que dizem os especialistas: a partir de um ano de idade, a criança fica mais inquieta e existe o risco de queda. O sling não deve ser usado por longos períodos – o máximo recomendável é uma hora por dia. Mais do que isso, aumenta o risco de lesões na coluna da mãe.

     

     

    Fonte: rara exceção de ótima matéria do panfleto ordinário, vulga revista Veja, 1º de abril de 2009, páginas 110 e 111.

     

     

    Sobre a matéria, acrescento:

     

     

    • Na Europa, essencialmente na Inglaterra, faz alarde/marketing de que as roupas de algodão orgânico são antialérgicas, melhores do que as de algodão não orgânico, para o segmento dos bebês
    • Por alguma “razão têxtil” que desconheço, as malharias, exceto a Marles, Penttenati e a Focus (até onde sei), não produzem mais malhas com bambu. Um dos fornecedores me disse que não compensa ($$$) 

    Mais sobre os Slings:

    • a única marca brasileira de slings que expões na BioFach é a Baby Slings: http://www.babyslings.com.br/
    • Slings são carregadores de bebês, feitos em tecido, em formatos variados. Alguns possuem argolas para ajuste, outros têm velcros que permitem aumentar e diminuir o tamanho final da peça. Existem também os Fast-Wraps, que são faixas de malha elástica que também têm a finalidade de carregar o bebê. (Fonte: http://www.maternidadeativa.com.br/sling.html)
    • Os preços variam de R$50 a R$100
    • Não averiguei a origem dos slings, mas sei que eles são uma forma comum, muto utilizada, pelas mulheres trabalhadeiras e trabalhoras dos países mais pobres, especialmente na África e em alguns da América Latina.


    Escrito por Lu Duarte às 09h41
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